Depois das postagens que lancei de PENAPOLIS para o muuunnddoooo, temo estar despontando para o anonimato,eis que será este blog como algumas pessoas cuja ausência preenche uma lacuna? O tal do feed-back continua zerado. Mas comer e coçar é só começar, então vamos insistir.Em tempos onde o terror é o ganha-pão principal de hollywood, neste cavernoso blog, em que o próprio estilo em-si, ou de-si, ou para-si,já é um horror, os acontecidos nesta paróquia de São Francisco de Assis, serão brevemente narrados, com toda a emoção, mistério, bondades, maldades, picaretagens, amores, ilusões, desiluções, corneamentos, "fait divers" (olha ai D. Clara que o nosso francês ainda não foi de todo deglutido), enfim, um conjunto de obra por certo arrebatador, eletrizante, mentiroso pacas, que deverão fazer com tremam os fundamentos fundamentais e naturais do edifício social da nossa aldeia. Mas por favor, alguém, nem que seja parente muito próximo (aqui vale o nepotismo, tanto quanto os políticos o praticam) compareça nem que seja para espinafrar.Estamos abertos às críticas construtivas, destrutivas, deletéreas, desbundantes, abundantes e de todos os matizes.>
domingo, 11 de setembro de 2011
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Sexta-feira. Lembrando Ascenço Ferreira, "Hora de comer, comer; hora de beber, beber; hora de descansar, descansar; ora de TRABALHAR: PERNAS PARA O AR QUE NINGUÉM É DE FERRO".
Sou interiorano, mais pro capiau que para o intelecuau, e neste sítio onde lancei residência há sessenta e várias circunvoluções da terra ao redor do astro-rei (esta é doer, ou phoder, a escolha é livre) acabei conhecendo figuraças de todas as idades e afazeres. Falarei, pouco a pouco, de uns tantos, mais ou menos conhecidos (certamente que menos, pois como todo mundo fala e só fala, somos um povo desmemoriado, e se perguntarmos a qualquer aluno regular do curso fundamental ou médio, quem foi o Prefeito anterior ao ora de plantão, sabidamente noventa e nove por cento não saberá responder. mas, no fundo, essa sabença será que é necessária?
Nas próximas potocas, falarei de algumas personas que não só fizeram história, como seus feitos estão inscritos, cantados, louvados, espinafrados, e ados a mais, na voz do povo, que é a voz do dono. São eles, sem uma ordem cronológica rigorosa, mas casos, acontecimentos e fatos que quem os presenciou juram ser camonianamente verdades puras: Manezinho Lacava; Dr. Enio Soliani; Orentino Martins, Tico Viana, Dr Felipe de Freitas, Borges - famoso trombonista da banda municipal nos idos - põe idos nisso - 40, Dr. Braulio Sammarco, Elpidio Moreira, Raul Beretta, Mme. Camila Tomachinska, Maurícia e Isaura de Aguiar, Fulgêncio Avian, Orlando Leite, João Leite, Américo Avian, Zé Maurício Soliani, Amadeu Soliani, Radir Messias da Rocha, Conjunto Serenata de Penápolis, Carlos Poyares, e muitas outras personalidades do dia-a-dia da centenária, portanto, vetusta, mais viva ardente Penápolis. O Celso Capim, Luiz Aparecido Bolinha, o Turazza, Helio Rubens Ayres, e tantos outros que já se foram estarão por aqui, cada qual com um acontecimento único e veraz, dignos dos mais badalados folhetins televisivos.
Aguardem, portanto, para breve: AS HISTÓRIAS DAS FIGURAS DOS FEITOS ÚNICOS DA COMARCA E PARÓQUIA DE PENÁPOLIS, ou, de como Camões inspirou heróicos momentos de eméritos penapolenses.
E como diria o Dr. Bráulio Sammarco, desculpem por ter escrito muito, porque não tive tempo para escrever menos. Inté.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Sete de setembro...me lembro da carta que Vinicius de Mores esvreveu (mas não enviou) do Porto do Havre, no dito dia DE 1964, para o parceiro Tom Jobim, Mas felizmente ele a guardou e a leu em um show em que participaram Oscar Castro Neves, o Quarteto em Si, o próprio Vinicius e mais quem não lembro de momento. O CD podeser baixado, ou no Um que Tenha, ou no Abracadabra - Discos do Brasil. Feito o comercial, ler a Folha de S. Paulo está se tornando um exercício divinatório cada vez mais (im) previsível. Os articulistas da página dois são os magister dixit do jornalismo da taba. Pairam acima de todo o sabido do dia-a-dia da política nacional. Os Barros e Silva, Rodrigues, et utrunque (perdão pelo latim), mas quer dizer, com a necessária licença, outros de igual estirpe são um pé-no-saco. Dizer que estão além de qualquer influênica ideológica, é confiar nas essências e nos universais, ou seja: Têm todos em comum um mantra moto contínuo, a saber, todos os dias acertar o fígado dos poderes constituídos, preferencialmente, o governo federal. É evidente que possuem o sagrado direito de manifestarem suas diatribes contra o Federal, o Estadual, o Municipal, o Distrital e outras instâncias mais paroquiais, mas todo excesso de criticismo acaba virando dogmatismo, exatamente o que pretendem exorcisar dos governos os briosos articulistas da "Folha de S. Paulo"
Carlos Heitor Cony e Rui Castro ficam fora dos rançosos que se pretendem o Olimpo da crônica opinativa porque, primeiro, sabem a natureza humana e, segundo, a comprendem na essência do que o aparentemente trivial tem de verdadeiro e profundo, dos ditos fatos triviais do hoje, amanhã e de sempre.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
sábado, 3 de setembro de 2011
os picaretas caça-niques
Leandro Narloch, que jácometera anteriormente um empreendimento financeiro, a título de "desconstrução" da história do Brasil, agora coadjuvado por outro picareta Duda Teixeira volta à carga com "Guia Policitamente Incorreto da América Latina" onde pretendem agora desmistifacar personagens históricos da América Latina. Silvia Colombo, na "Folha de S. Paulo - 30 de agosto - os levou a sério, findando por salientar "a soberba que separa o Brasil do resto do continente". Não precisava perder seu precioso tempo com essa dupla de picaretas que muito menos de iconoclastas não passam de dois iconobostas à cata de dinheiro fácil, o que admite Leandro Narloch, a intenção é faturar e nada mais. No fundo são discípulos mal paridos do princípio citado por Beaumarchais, que teria se servido de Francis Bacon, que por sua vez o teria colhido das ruas, e que consiste em caluniar, caluniar, alguma coisa sempre resta.
Se a primeira empreitada foi bem sucedida, tinha a seu favor o elemento novidadeiro que continha, em boa verdade, uma ciranda própria de mexericos aleatórios e a intenção de malversar a história a partir de roda-pés com pretensões depuradoras do "lixo" que é a historiografia tupiniquim. Porém, e sempre há o, a nova empeitada do intimorato (Stanislau Ponte Preta) duo poderá ganhar dinheiro à custa da desinformação notória de nossa classe média alta e das zelites, estas, como já confirmava Villa-Lobos, muito ignorantes, e sempre prontas a apoiar qualquer monstrengo que se diga antiesquerdista.
Já gastei palavrório para além do que merecem os briosos neopicaretas da já tão maltratada história da nossa paupérrima América Latina. E, com Mario de Andrade, o bom mesmo é deixar muito claro e enfático: NÃO LI, NÃO LEREI E NÃO GOSTEI.
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